Pesquisa revela as principais evoluções da Governança Corporativa no Brasil

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O estudo “Panorama da Governança Corporativa no Brasil” é uma iniciativa do IBGC
em parceria com a Booz & Company

A Governança Corporativa apresentou significativa evolução no Brasil, com o maior conhecimento e a adesão às melhores práticas pelas companhias. Este é um dos resultados da pesquisa Panorama da Governança Corporativa no Brasil, uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC com a Booz & Company.

“O estudo busca identificar os recentes avanços da Governança Corporativa no País, mapeando a percepção dos administradores sobre o tema, seu grau de importância nas companhias e as principais oportunidades de melhoria” explica Gilberto Mifano, vice-presidente do Conselho de Administração do IBGC.

Os resultados do estudo foram organizados em cinco dimensões sendo elas Composição e perfil do conselho de administração, Papéis e responsabilidades; Funcionamento do conselho de administração; Avaliação, remuneração e treinamento; e Princípios e práticas de Governança em vigor.

Tendo sua primeira edição realizada em 2003, a pesquisa apresentou mudanças nos resultados devido à evolução da economia brasileira. Nestes seis anos, as empresas vivenciaram importantes movimentos econômicos, tais como IPOs e emissões de ações, investimentos estrangeiros, fusões e aquisições, além da internacionalização de companhias.

De acordo com o estudo, os benefícios da boa Governança Corporativa são claramente reconhecidos pelas empresas, principalmente nos aspectos relativos a aprimorar a transparência, melhorar a gestão da empresa e a imagem da companhia, permitir o alinhamento entre os acionistas e executivos, e, também, facilitar o acesso ao capital.

Entre as principais evoluções identificadas, podemos destacar os conselhos de administração, que evoluíram em termos de diversidade em sua composição e o relacionamento entre controladores e minoritários, que se tornou mais colaborativo. “No entanto, ainda existem pontos relevantes que precisam ser melhorados para elevar ainda mais o nível de Governança das empresas” completa Gilberto Mifano.