Alunos do Colégio Porto Seguro são convidados para participarem da Regeneron ISEF

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Estudantes irão apresentar pesquisa na maior feira de ciências e engenharia do mundo

Alunos do Colégio Visconde de Porto Seguro, Pietro Andrade Quinzani e João Pedro Sassi Sandre, irão apresentar uma importante pesquisa na International Science and Engineering Fair (ISEF), realizada anualmente em Atlanta, nos EUA, com o tema “Anti-Skeptical: Clusterização da Matriz Cultural de Hofstede por meio de métodos de Machine Learning aplicado para analisar o comportamento Anti-Vax no Brasil”. A feira, que terá seu início em maio, é organizada pela Society for Science, organização da sociedade civil (OSC) do governo norte-americano, na qual apenas estudos convidados podem participar. Pietro e João se juntam a comitiva do Brasil, selecionados na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace).

“Os alunos tiveram total iniciativa, se utilizaram do contexto em que estavam envolvidos e de ferramentas tecnológicas, como o Machine Learning, para trazer uma contribuição para o mundo”, disse Francisco Tupy Gomes, professor do Colégio Porto e orientador do projeto. “Ao promover desafios e propostas pedagógicas em múltiplas áreas do saber, que estimulam a cultura investigativa, a criatividade e a inovação, é incentivada a mentalidade de formar em cada estudante do Porto, um jovem agente da ciência”, conclui.

Aos poucos, os frutos dessa metodologia são colhidos. A pesquisa, que foi apresentada durante a FEBRACE 2022, conquistou o 2º lugar na categoria Ciências Sociais e Aplicadas, chamando a atenção de dois representantes da embaixada americana, assim garantindo a vaga para a ISEF. O evento é uma mostra da nova geração de jovens cientistas no País, e os finalistas competem por quase 8 milhões de dólares em prémios e bolsas de estudo.

Agora, os jovens alunos de 15 e 16 anos celebram e aguardam ansiosos a participação na feira, que ocorrerá entre sábado (7) e sexta-feira (13). Para Francisco, o sentimento é de dever cumprido. “Conheço os meninos desde o 2º ano do Ensino Fundamental, e falei para eles: tudo que ganharmos, é consequência do que nós fizemos, e estávamos focados principalmente em fazer ciência. Não começamos pensando em prêmios, queríamos desenvolver um trabalho sério. Sinto muita gratidão por tudo que foi feito até aqui”, finaliza.