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Ecofuturo lança livro de sua história na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

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Publicação celebra a trajetória da organização e conta com recursos de realidade virtual e aumentada

 

O Instituto Ecofuturo, organização mantida pela Suzano Papel e Celulose, lançou nesta terça-feira, 7, a publicação “Ecofuturo: a vida que a gente quer”, durante a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A obra conta a trajetória do Ecofuturo e dos projetos de promoção de leitura e conservação ambiental, é impressa em três papéis do portfólio Suzano – Couché®, Polén® e Reciclato® –, e possui recursos interativos de realidade aumentada e virtual, acessados pelo aplicativo do Ecofuturo (disponível na App Store e Google Play), juntamente com óculos que acompanha a publicação.

A versão digital do livro já está disponível para download gratuito no site do Instituto e, até o dia 12, a publicação ficará exposta no estande do papel Pólen® na Bienal, onde os visitantes podem também interagir com os recursos de realidade aumentada e virtual.

Em “Ecofuturo: a vida que a gente quer” é apresentada a história do Instituto desde a sua fundação, em 1999, e a experiência consolidada por meio das principais iniciativas, como a implantação de 110 Bibliotecas Comunitárias Ecofuturo em 12 estados, e a gestão do Parque das Neblinas, reserva da Mata Atlântica onde são promovidas atividades de educação ambiental, pesquisa, manejo florestal, visitação e envolvimento comunitário para o desenvolvimento sustentável da região.

“Mais do que registrar nossa história, queremos compartilhar com todos o conhecimento que construímos, nossas conquistas e, sobretudo, os desafios e aprendizados, afim de inspirar outras iniciativas de transformação social e envolver novos parceiros na nossa causa”, afirma Marcela Porto, superintendente do Ecofuturo. “O Instituto nasceu muito alinhado ao negócio e ao propósito da Suzano, e foi amadurecendo e trilhando o seu próprio caminho ao longo dos anos. Conquistou autonomia e independência, envolveu outros atores e investidores, mas sempre manteve como essência gerar e compartilhar conhecimento para promover o equilíbrio entre o desenvolvimento social, econômico e ambiental”, completa.

Para Paulo Groke, diretor de Sustentabilidade e um dos idealizadores do Instituto, o livro é marco importante e traz um balanço da atuação do Ecofuturo. “Nossos projetos apresentam impactos de longo prazo, com metodologias inovadoras em muitos processos e trabalho intersetorial, envolvendo poder público, iniciativa privada e comunidades locais. Estamos certos que essas iniciativas ajudaram e continuam ajudando a ampliar horizontes e transformar realidades”, conclui.

Coordenado pela área de Comunicação do Ecofuturo, a publicação foi elaborada a partir de entrevistas com a equipe do Instituto, ex-funcionários e com alguns dos principais protagonistas da história da organização, além de pesquisa no acervo do Centro de Documentação e Memória da Suzano. O conteúdo foi produzido pela Memória & Identidade, e o projeto gráfico e o aplicativo foram desenvolvidos pela Venosa Design. Para mais informações, acesse www.ecofuturo.org.br.

Sobre o Instituto Ecofuturo

O Instituto Ecofuturo, mantido pela Suzano Papel e Celulose, contribui para transformar a sociedade por meio da conservação ambiental e promoção da leitura. Desde 1999, mantém projetos relacionados ao fortalecimento da prática de leitura, universalização de bibliotecas e conservação do Meio Ambiente, atuando como articulador entre sociedade civil, poder público e o setor privado. Por acreditar que pessoas e o meio são indissociáveis, o Instituto Ecofuturo apoia a formação de cidadãos críticos e responsáveis, capazes de interagir positivamente entre si e com o ambiente, transformando o presente e o futuro para melhor. Para mais informações, visite: http://www.ecofuturo.org.br/ ou acesse o perfil no Facebook.